glück ∞
Glück
"A coisa mais importante que você aprenderá é simplesmente amar e ser amado!" – Moulin Rouge
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“Não gostava de nada. Vai ver eu estava com medo. É isso: eu tinha medo. Eu queria ficar sozinho num quarto com a janela fechada. Fiquei curtindo essa ideia. Eu era um trambolho. Eu era um lunático.”
~ Charles Bukowski.   (via acrescentada)

“Você sorri gostoso. Pergunta se também senti borboletas no estômago. Claro que sim. Comeria até baratas por você, exagero. Mas é sério mesmo. Você diz “ui, que nojo” rindo. Diz que gosta de mim, faço você rir. Merda. O relógio é tipo um assassino do amor. Você me diz pra não falar palavrões. É feio e minha boca é tão bonita. Entendo que minha roupa é tão bonita (essa jaqueta realmente me deixa foda). Não, não. Boca. Lábios. Eu beijo mais uma vez, aquecendo suas orelhinhas. Você diz que queria ficar mais tempo. Eu digo que vou ligar. Você diz que tudo bem, não precisa. Mas eu quero. Eu nunca sei o que fazer numa situação dessas. Quanto tempo espero antes de ligar? Vou embora alegre, pensando em você e bolando um jeito de não mais falar palavrões. Porque nunca mais quero ter de lavar a boca.”
~ Gabito Nunes.     (via acrescentada)

“Loucura é “ficar” sete meses, namorar cinco anos, noivar mais dois e não ter tesão na lua de mel. Perigo é não se render a alguém que tem urgência em te querer só porque o manual de instruções do seu coração recomenda prudência e canja de galinha. Você pode perder a razão, a cabeça, os princípios, a harmonia e a saúde mental. Desde que saiba exatamente onde está seu coração. Loucura é não arriscar. Perigo é não ceder.”
~ Gabito Nunes.  (via acrescentada)

“Nos sonhos as borboletas significam alegria. Uma vez, uma senhora me perguntou por que eu prendia as borboletinhas em potes de vidro. Me lembrei que uma vez minha mãe havia dito que eu deveria sair daquele mundinho que eu havia me trancado. Que tudo não passava de sonhos. Foi então que eu olhei nos olhos da senhorinha, e disse: Eu quero apenas ser feliz.”
~ O caçador de Borboletas. (via revejo)

“Tira a maquiagem pra que eu possa ver aquilo que você se esforça pra esconder. Agora somos só nós dois, já podes parar de fingir. Mas cala essa boca, e me diz com o olhar quem era você até me encontrar, se agora és diferente. O que eu fiz que te fez mudar? Eu lembro dos lábios tremendo ao dizer, eu não vivo sem você… Então diga que não vai sair da minha vida, diga que não passa de mentira quando dizem que o amor morreu. Tira essa roupa pra que eu possa ver se não há uma arma, tentando se esconder o mal vive num lar perfeito e sem infiltração. Tira o cabelo da cara e me diz, se por um segundo quiseste me ver feliz ou se és o meu destino tentando me dar outra lição. Eu lembro de serrar os punhos pra dizer eu não amo mais você… Então diga que não volta mais pra minha vida, que a nossa estrada é bipartida, esquece o dia em que me conheceu. Então diga que nem todo dinheiro dessa vida não vai comprar de volta. Acolhida no peito de quem já foi todo seu. A casa é minha, mas pode ficar. Eu volto amanhã, e não quero mais te enxergar, faça suas malas e nunca mais volte aqui. Eu juro pela vida, da mãe, do pai, ciente do peso da expressão “nunca mais”. Volte a oferecer teu corpo a quem preferir viver ao lado de quem não tem nada pra dizer. Confesse pra mim de uma vez, mas diga que nunca foi feliz nessa tua vida. Teu texto, teu sorriso de mentira, pode enganar a todos, não a mim. Então diga que essa mão que acena na partida por tantos idiotas, pretendida é a mesma que decreta o nosso fim. Assisto a teus passos, como a um balé, quem vais usurpar agora é que ninguém te quer. A verdade demora mas chega sempre sem avisar. E o grito contido no teu travesseiro ecoa nos lares do mundo inteiro, não tira esse rímel, pois hoje eu quero vê-lo borrar.”
~ Fresno.  (via acrescentada)

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